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Que tal dar mais sabor pra sua semana com quem entende de petisco? Bora aprender o petisco Maritimidade do Bar do David diretamente do CDB RJ!

Para dar sabor e alegria nesse final de semana, que tal aprender uma nova receita de petisco? Se está procurando uma receita para uma entradinha  ou um petisco delicioso para a reunião entre amigos, o saboroso Maritimidade do Bar do David é a solução!
Diretamente do Morro do Chapéu Mangueira no Rio de Janeiro, David e Jefferson, vieram explicar o passo a passo da receita aos butequeiros de plantão. Por isso, aperte o play e já separa a caneta e o caderninho de receitas:

Esse incrível petisco composto por frutos do mar preparados no alho e óleo e embrulhados na cestinha folhada, além de ter um preparo super prático e rápido, também possui um sabor irresistível. Então já anota a dica: Separa uma parte especial no seu caderninho, pois essa receita vai fazer parte do seu TOP 10!
Afinal, não é à toa que o Bar do David já foi duas vezes campeão do concurso no Rio de Janeiro e o histórico de petiscos já dá o que falar.


Foto tirada pelos butequeiros do @mariajoaogaio

Vamos aos ingredientes que aparecem no vídeo. Separe:

PARA A MASSA
30 g de fermento biológico

1/2 xícara (chá) de água morna

3/4 de xícara (chá) de leite morno

1/4 de xícara (chá) de açúcar

1 colher (sopa) de sal

4 xícaras (chá) de trigo

200 g de margarina para folhar

1 ovo batido

PARA O RECHEIO:

1 cebola picada

1 tomate picado

1 caixa de tomate cereja

1 maço de salsinha picada

1 maço de cebolinha verde picada

1 maço de manjericão picada

300g de Camarão (de sua preferência)

300g de Lula

300g de Polvo

Azeite extra virgem

Modo de Preparo:
Comece a receita colocando os frutos do mar individualmente em tigelas com gelo e reserve.
Depois dê início ao preparo da massa, para isso, você deverá dissolver o fermento com o açúcar e o sal. Dissolva totalmente a mistura indicada e adicione a água, o leite e o ovo batido, mexa bem. Após a combinação, acrescente a farinha de trigo e mantenha mexendo-os até obter uma massa homogênea.
Coloque a mistura sob uma mesa ou bancada e sove bem a massa com as mãos até ficar com uma consistência lisa (conforme a indicada no vídeo). Reserve a massa por 15 minutos na geladeira. Depois da espera, abra a massa com um rolo de macarrão até obter a espessura de +/- 5 centímetros e passe a margarina com uma colher em 1/3 da massa para folhear. Abra a massa novamente e refaça o procedimento.
Ao finalizar corte a massa do modo que preferir para formar a cestinha (No vídeo, o Jefferson cortou no formato geométrico de um hexágono, mas você pode fazer como preferir) e leve-a ao forno com temperatura média de 15 à 30 minutos. Assim que finalizar o tempo, separe a massa e deixe-a reservada.
Depois que finalizar a massa, dê início ao recheio. Para isso, você deverá pegar as tigelas com os frutos do mar e misturá-las. Refogue a mistura no fogo, acrescente a salsinha, a cebolinha, o tomate e a cebola picadas e mexa bem. Envolva bem os ingredientes, tire do fogo e reserve-os novamente. Volte sua atenção para a composição do petisco, pegue a massa reservada e a sirva com o recheio, finalize com um fio de azeite, tomate cereja e manjericão para enfeitar. Está pronto o seu próprio “Maritimidade”!


Na foto abaixo do @bar_dodavid, o David está ao lado do petisco Maritimidade e deixa o convite para visitá-lo no Morro do Chapéu Mangueira para experimentar os maravilhosos petiscos criados por ele nesta edição e nas edições passadas (e que ainda estão no cardápio)!

Butequeiros, agora que vocês já sabem como preparar o delicioso petisco “Maritimidade”, bora pôr a mão na massa nesse final de semana e conquistar muitos paladares. Bom apetite! ;)

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13/09: Dia Nacional da Cachaça. Descubra 06 curiosidades para comemorar (e beber)!

Um dos nossos principais patrimônios históricos, amada e apreciada por muitos, a cachaça tornou-se  uma verdadeira marca registrada do nosso país (e dos nossos butecos raiz), a partir do dia 05 de Junho de 2009. E se existem dois amores declarados na vida de um bom butequeiro, são os amores pelos PETISCOS e, claro, pela boa e velha PINGA – não há como negar. Afinal, quem ainda não provou aquele gostinho forte e calorzinho típico na garganta, não sabe o que está perdendo.
É raro encontrar alguém que não tenha uma opinião formada a respeito da cachaça, e no dia 13 de setembro, também conhecido como hoje, comemoramos o Dia Nacional da Cachaça. E em homenagem desse elixir brasileiríssimo listamos algumas curiosidades sobre nossa legitima pinguinha, veja só e descubra o que torna a nossa cachaça tão especial:

1# A Origem da Palavra Cachaça
Existem diferentes versões da origem do termo “cachaça”, sendo algumas até inusitadas – dá uma pesquisada na internet que você irá se surpreender. A história mais comum, é que a cachaça surgiu a partir da fermentação em excesso do caldo-de-cana na época da Colonização – ficando conhecida como a bebida “energética” dos escravos. O nome inicial para esse líquido fermentado era “cagaça”, tornando-se conhecida tempos depois como a famosa CACHAÇA!

2# Orgulho Nacional
A cachaça existe há aproximadamente 400 anos, sendo um dos maiores símbolos nacionais devido a sua origem e história totalmente brasileiras. Poucos sabem, mas no dia 13 de Setembro de 1744, os portugueses baniram o consumo da Cachaça no país, e essa proibição deu origem a rebelião conhecida como “REVOLTA DA CACHAÇA”. E, devido a esse evento histórico, em 5 de Junho de 2009, durante a feira Expocachaça em BH, o Instituto Brasileiro de Cachaça (Ibrac) tornou o dia 13 de Setembro como o Dia Nacional da Cachaça em homenagem à sua história. Por isso, butequeiro, você tem mais é que comemorar esse dia memorável em nossa trajetória! #TemMuitaCulturaNoButecoSIM

Foto: @tonhoboteco

3# Apelido é o que não falta para a Cachaça
A cachaça é tão querida pelos brasileiros que cada região do país tem o seu nome próprio para a bebida, sendo um mais criativo que o outro, diga-se de passagem. Entre tantas variações, listamos os nomes mais populares (e inusitados): Abençoada, Água Benta, Água Bruta, Aguardente, Águas de Setembro, Apaga tristeza, Fogosa, Goró, Baronesa, Brasileira, Pinga, Cana, Caninha, Conhaque Brasileiro, Danada, Dona Branca, Branquinha, Esquenta por Dentro, Esquenta-Corpo, Imaculada, Pura, Boa, Vai Boa, Malvada, entre muitos outros.

4# Polemica: Aguardente não é Cachaça!
Embora aguardente seja um dos apelidos da cachaça para algumas regiões do Brasil, não se pode considerar que ambos os nomes fazem referência à mesma bebida. Pois, aguardentes são bebidas com teor alcoólico muito elevado, obtidas a partir da fermentação (assim como a nossa cachacinha), mas, posteriormente, sofrem a destilação de mostos açucarados de frutas, cereais, raízes, entre outros produtos. Sendo assim, a cachaça é uma aguardente, pois partem do mesmo princípio, mas nem toda aguardente pode ser considerada cachaça. #AprendiNoButeco

5# A CACHAÇA é realmente o Rum Brasileiro?
Chamar a cachaça de rum brasileiro não está totalmente errado, já que as duas bebidas provêm da cana-de-açúcar. Entretanto, a cachaça é destilada a partir do caldo de cana puro fermentado, conhecido como “guarapa”, e possui aproximadamente entre 38% e 54% de álcool. Apesar de o rum também ser feito da cana, ele é destilado a partir do caldo cozido e produtos derivados da cana, conhecido como melaço.
E, assim como a aguardente, o rum é diferente da cachaça. Pois a nossa Pinga é uma bebida bem distinta e existem regras bem restritas sobre a forma de produção e composição da bebida para poder ser considerada uma cachaça legítima. #RespeitaANossaCachaça

6# Consumo Tipicamente Brasileiro
Para finalizar nossas curiosidades, não poderia faltar falar sobre consumo e produção, certo? A cachaça é uma bebida tão apreciada pelos brasileiros que cerca de 98% da produção nacional é consumida aqui mesmo no Brasil, segundo dados da *AGEITEC* -hiperlink para a pesquisa- (Agência Embrapa de Informação e Tecnologia). Sendo, atualmente, considerada a terceira bebida alcóolica mais consumida no mundo. A partir desses dados, apenas os 2% restantes são exportados para outros países, e os principais compradores são: Alemanha, Paraguai, Itália, Uruguai e Portugal.
Essas estatísticas comprovam que a cachaça é a bebida destilada mais consumida no Brasil e os principais estados brasileiros que mais a consomem são: São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro e Ceará. Incrível! Alguém aí faz parte dessa estatística? o/

Butequeiro, gostou de saber essas curiosidades sobre a cachaça? Então acompanhe nossas histórias no blog para ficar por dentro de todo o nosso conteúdo, siga o nosso perfil nas redes sociais e comemore o dia de hoje no buteco acompanhado da branquinha, combinado?!

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Independência do Brasil regada à Cachaça e Buteco!

A cachaça é genuinamente brasileira, assim como todo buteco é a cara do Brasil, e isso vocês já sabem muito bem. Mas vocês sabiam que a sua história remota desde os tempos do Brasil Colônia? Pois é, o histórico da nossa tão amada bebidinha esbarra em vários momentos da nossa história, inclusive existem boatos que D. Pedro deu um gole na cachaça para tomar coragem às margens do Rio Ipiranga para gritar avisando geral que estava prestes a proclamar a Independência do Brasil!


A história da cachaça se inicia com a produção dos escravos nas fazendas de cana-de açúcar, enquanto eles realizavam a famosa “cagaça”- que era quando os escravos “erravam” o ponto da evaporação do caldo a partir da cana-de-açúcar e o caldo fervido passava a não servir mais para adoçar (e sim para beber, se é que você me entende?!). Assim, desde os primórdios de nossa história, a boa e velha cachaça esteve presente para alegrar e estimular aos que dela se serviam. Inclusive quando essa “bebida milagrosa” dos escravos foi taxada pelo medo português de causar uma rebelião, e essa revolta – que nem todo mundo conhece, foi nomeada como (adivinhem): A Revolta da Cachaça, e se você nunca ouviu falar sobre essa incrível história – CLICA AQUI – que nós contamos tudo anteriormente aqui em nosso blog!

Foto: @tonhoboteco

Essa deliciosa bebida está consagrada como brasileiríssima e é apreciada em diversos cantos do mundo, sendo representada como parte da nossa cultura, assim como a feijoada e o futebol. E, graças a esse histórico, hoje podemos dizer que SOMOS INDEPENDENTES e ÚNICOS, em variados requisitos, e uma das principais características é a nossa CULINÁRIA.

Foto: @seuzebodega

Sua mistura percorre os 4 cantos do mundo, tornando-se uma iguaria em cada região do país. Nossas origens partem da culinária indígena, portuguesa e a africana, mas temos influências da culinária italiana, japonesa, holandesa, espanhola e até mesmo alemã, e nossa mistura só cresce a cada ano. O mais incrível é que em meio a tanta nacionalidade, criamos a nossa e adquirimos a própria identidade, ingredientes típicos à base da NOSSA TERRA. Por isso, temos uma cultura tão rica e somos tão singulares em cada região, nossa mistura e diversidade começam no paladar!

Foto: @casal.gastro

Butequeiros, nós somos ÚNICOS e ESPECIAIS. Sendo assim, comemorem bastante esse feriado no buteco e caprichem no petisco de hoje. Porque com a Independência do nosso amado Brasil nós celebramos também a independência da melhor culinária do mundo: Nossa comida simples, bem temperada e única que nos traz diversos motivos para sorrir.

Viva ao Brasil, viva a sua diversidade, viva ao buteco!

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Vem aprender o petisco Cristiano Ronaldo criação do buteco Churrasquinho do Dedé diretamente de Goiânia!

Hoje nós trouxemos um petisco show de bola, que foi sucesso demais e é inspirado num ídolo do futebol. Esse é um prato (ou pessoa) que MUITA GENTE AMA, porque é nada mais, nada menos, que o CRISTIANO RONALDO!
Entre butecos, cozinhas típicas e campos de futebol (?), esse petisco nos leva a diferentes cenários, desde o sabor típico de bacalhau português até mesmo o ídolo do meio de campo da seleção portuguesa. Talentoso como o CR7, a porção caprichada de pastel de bacalhau é feita de uma composição incrível entre tomate, azeitonas, pimentões e acompanhado de um delicioso azeite especial.
Portanto, sem mais delongas, bora de Pastelzinho de Bacalhau criado pelo Buteco Churrasquinho do Dedé. Fique tranquilo, butequeiro, pois não é a primeira vez que o Cristiano Ronaldo faz sucesso, então vai na fé que a receita CR7 é certeira!

Ingredientes

1 pacote de 1kg de massa estilo pastel de feira (ou outra massa de sua preferência)

2 cebolas picadas

500 g de lombo de bacalhau

5 Azeitonas pretas portuguesas sem caroço picadas

2 Tomates picados

2 Pimentões vermelhos picados

2 Pimentões amarelos picados

Azeite extra virgem e de ervas

Óleo para fritar

Salsa, sal e pimenta a gosto

Modo de preparo

Inicie dessalgando o bacalhau, para isso coloque o lombo de bacalhau em uma tigela com água e depois ferva-o por, aproximadamente, 30 minutos. Após o dessalgue, separe o bacalhau para resfriar e desfie-o em seguida.
Leve ao fogo o azeite extra virgem e 1 cebola picada para cozinhar em fogo baixo por 5 minutos, depois retire do fogo e deixe resfriar a mistura. Enquanto isso, aproveite para cortar as cebolas, os tomates e os pimentões em cubos, misture-os ao bacalhau com azeite de ervas e reserve o recheio. Abra a massa de pastel de feira e recheie cada folha no meio, dobre e feche a massa com um fechador de pastel (ou use um garfo para maior praticidade). Depois dos pastéis estarem prontos, finalize o petisco fritando-os em óleo quente até dourarem. O petisco está pronto para servir e a porção CR7 serve até 2 pessoas!

A receita criada em Goiás foi um sucesso do meio de campo até o coração dos butequeiros do Brasil, aproveite esse final de semana para colocar em prática os seus dotes culinários com a deliciosa receita do Pastel de Bacalhau à la Cristiano Ronaldo e depois compartilhe conosco o resultado, combinado?! ;)

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